sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O bom da vida...


O bom da vida é rir, sair, se divertir, ir pra festas, conhecer pessoas, socializar. Apesar de todos os defeitos que temos, apesar de todo o lado ruim que há em vivermos em sociedade, os melhores momentos de nossas vidas são aqueles que compartilhamos com outras pessoas. Sejam amigos ou familiares. O melhor da vida é enxergar o bem, mesmo que esteja nos mínimos detalhes, é enxergar o ponto luminoso no ambiente mais escuro, é não focar apenas os seus problemas e valorizar tudo o que realmente importa, é aproveitar todos os dias como se fossem os últimos, sem se preocupar com que os outros pensarão de você. Até porque, aquele que tem uma má impressão a seu respeito, não é seu amigo de verdade. Há uma frase de Joan Baez que diz: "Não podemos escolher como vamos morrer. Ou quando. Podemos somente decidir como vamos viver."

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Fuga definitiva


Até que ponto viver pode ser bom? Até que ponto a balança que mede as felicidades e infelicidades de uma vida inteira pode nos ser favorável? Algumas pessoas consideram o suicídio uma covardia. "É muito mais fácil deixar de viver do que encarar e superar seus problemas", é o que dizem. Prefiro não julgar. Algumas pessoas cometem tal ato por extrema necessidade. Acredito que nem aqueles que têm vidas parecidas podem julgar os que tomam o rumo da morte por opção. Mesmo passando por situações semelhantes, não temos todos o mesmo cérebro e, muito menos, a mesma forma de enxergar as coisas. Se é covardia, eu não sei. Só sei que é a rota de fuga mais definitiva possível e, como toda atitude definitiva, deve ser muito bem pensada antes de ser tomada.

sábado, 16 de outubro de 2010

Esteja atento ao seu redor


Esses dias eu estive pensando... até que ponto vai o caráter e a integridade do ser humano? Será que aqueles em quem a gente confia realmente merecem nossa confiança? Depois de ouvir pessoas comentando sobre a falta de sinceridade daqueles ao seu redor, comecei a levantar essas questões em relação aos meus amigos e a prestar mais atenção em suas atitudes. Cheguei a conclusão de que se o número de pessoas em quem eu confiava já era pequeno, esse número diminuiu mais ainda. Amigos com inveja uns dos outros, fazendo comentários que os denigrem quando não estão por perto, dando maus conselhos (às vezes aparentemente de propósito), etc. Enfim, fazendo coisas que eu já tinha reparado em outros círculos de amizade, mas que não tinha me dado conta de que também acontecem entre meus próprios amigos. Ao perceber isso, lembrei, mais uma vez, de como a sociedade em que vivemos é hipócrita. Acredito que nem todos que agem assim hoje, continuarão dessa forma a vida inteira. Muitos talvez amadureçam futuramente e outros, claro, não vão crescer nada em relação ao caráter. Aconselho a todos a observarem os indivíduos com os quais convivem e refletir a respeito da honestidade de cada um. Como diria Renato Russo em sua canção "se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo".

Seja livre, ou morra tentando


Vontade de viajar, pegar minhas coisas e sumir por um tempo, pra longe, bem longe, e demorar um bom tempo. Vontade de pegar meu violão, carregar nas costas e tocar onde e quando der vontade. Vontade de escolher o que fazer, onde, quando e do jeito que quiser. Vontade de ser livre, livre de toda a opressão, livre de toda imposição, livre de toda hipocrisia, toda afetação e toda indiferença. Vontade de conhecer a natureza real do mundo e das pessoas e não aquilo no que transformamos ambos. Vontade de conseguir me libertar de um sistema inteligente e opressor que, mais cedo ou mais tarde, vai nos levar a destruição e ao caos. Vontade de acreditar que as pessoas um dia abrirão os olhos pra enxergar tudo aquilo que está bem diante de si e que um dia deixarão de ter medo de seguir seus ideais por medo do controle que, infelizmente, ainda paira sobre todos nós. Vontades não me faltam, o que falta é descobrir como tornar tudo isso realidade.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Sad Birthday o caramba!


No post anterior, fiz uma narração depressiva comentando o lado negativo do meu aniversário. Escrevi aquilo porque era o que eu tava sentindo na hora. Mas hoje to tranquilo ("bem de boa", como costumo dizer), então estou escrevendo esse texto, narrando o lado positivo da comemoração dessa data.


A verdade é que, apesar de eu ter feito algumas burrices no decorrer desses anos, houveram vários bons e inesquecíveis momentos e conquistas das quais eu não abro mão por nada.


As amizades que fiz e as experiências que tive fizeram de mim, alguém mais maduro e determinado em vários fatores da minha vida. Não é porque tomei algumas decisões erradas que tudo isso vai perder o valor que tem.


Agradeço a todos aqueles que me parabenizaram ontem e a todos aqueles que fazem dos meus dias, momentos divertidos. É isso aí galera, valeu. xD

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Sad Birthday


Mais um dia 28 de setembro chegando, mais um ano da minha vida que se vai e outro que se inicia. Deveria estar ansioso pelo aniversário de 17 anos, por faltar só mais um pra que eu ganhe a tão esperada indepedência. Mas a verdade é que sinto uma certa sensação de derrota. Derrota por não alcançar nem o pouco que já deveria ter alcançado nessa idade. Por não estar nem perto de terminar o ensino médio, por não ter nem idéia da profissão que vou seguir, da faculdade que vou fazer ou de como vou conseguir realizar os meus objetivos básicos, como a casa própria, o próprio carro, o próprio sustento, etc. Como eu queria poder começar do zero e mudar tudo o que fiz até aqui. Alterar o meu início e, consequentemente, meu futuro meio e meu futuro fim. É como se aos 17 anos (quase, porque dia 28 ainda não chegou), eu já tivesse o sentimento de angústia suficiente pra uma vida inteira.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Índios - (Legião Urbana)




"Quem me dera, ao menos uma vez,
Ter de volta todo o ouro que entreguei
A quem conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Explicar o que ninguém consegue entender:
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera, ao menos uma vez,
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês -
É só maldade então, deixar um Deus tão triste.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do inicio ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,
Não ser atacado por ser inocente.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
Entenda - assim pude trazer você de volta prá mim,
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui."




Ps: Queria escrever um texto, mas aí lembrei dessa música que, de uma certa forma, diz tudo o que eu queria dizer agora.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Voto: Futuro de Uma Nação


2010. Ano de eleição. Minha primeira oportunidade como parte do eleitorado. Agora, aos 16 anos, posso ter participação na escolha de quem vai governar o meu Estado e, principalmente, meu País! Mas... como vou poder fazer uma escolha tão importante? Eu, que sempre me mantive atento apenas aos meus entretenimentos e não sei absolutamente nada de política?!

Essas perguntas foram as primeiras coisas que me passaram pela cabeça assim que tirei meu título de eleitor. Pra poder vencer esse obstáculo da dúvida, passei a ficar mais atento a tudo que envolve o meio político: histórico de partidos e governantes, propostas atuais de cada candidato e, o que considero como mais relevante, os debates e entrevistas. Porque é oralmente e ao vivo que podemos observar, com clareza, a desenvoltura, postura e toda articulação daqueles que almejam a presidência do nosso país. Sem contar que todos são postos em verdadeiras "saias justas" e a maneira como conseguem se desvencilhar delas revela a personalidade e o caráter de cada partidário.

Nessas eleições me preparei da melhor maneira que pude e escolhi, para votar, aquele que possui as idéias com as quais mais estou de acordo. Espero que todos os brasileiros façam o mesmo e não se deixem levar por estatísticas e outras tentativas de manipulação apresentadas pela imprensa.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Carpe Diem!


Depois de meses sem postar e culpando a falta de inspiração, retorno aqui, inspirado pelo som do álbum Chinese Democracy. Não sei qual o motivo da inspiração, se o disco é feito de músicas em Inglês e eu não entendo quase nada do que é dito, mas enfim, me deu vontade de escrever. Escrever sobre como a vida é corrida e porque a deixamos assim. O interminável fluxo de carros no trânsito, os super lotados ônibus que fazem com que seus passageiros esqueçam sua condição de seres humanos e passem a se sentir "sardinhas enlatadas", presos na lata criada por seus próprios semelhantes, e sobre a falta de tempo. Tempo esse estipulado pelo relógio, mas não o relógio da vida, o relógio do trabalho, do colégio e de mais outros lugares que frequentamos, não porque queremos, mas porque precisamos. Necessitamos sempre de mais cursos e capacitações e vivemos na ilusão de que são para aumentar nossos conhecimentos quando, na verdade, são para acrescentar espaço na folha, na folha branca que "nos abre portas e oportunidades", a folha que nos sentimos na obrigação de fazer crescer sempre mais: o currículo.

Vivemos nessa correria, alcançamos nossos objetivos (às vezes), subimos o tão importante degrau, que é a classe social superior à qual pertencemos, e esquecemos do verdadeiro motivo de estarmos aqui, nesse mundo tão bonito, que tem sua beleza ofuscada pelas grandes "selvas de pedra" construídas e mantidas pela ganância do chamado "único ser racional". Nos esquecemos que estamos aqui para evoluir e que deveríamos nos preocupar mais com o compromisso de viver. O compromisso de interagir com aqueles que, para nós, têm importância, que fazem diferença total em nossa existência e interagir com o mundo em sí, com aquilo que não é obra nossa, mas de alguém muito superior, que já havia começado a criar muito antes de nós. Devemos dar prioridade para o que só nos traz benefícios. O resto, é segundo plano. Aproveite o dia, para fazer do mundo, um lugar melhor.

sábado, 3 de abril de 2010

Dias Melhores



Engraçado como o tempo a passa, as coisas acontecem, mudam e, as vezes, acabam voltando a ser como eram antes, ou melhor.
Músicas que ouvíamos há anos atrás e, de uma hora pra outra, passamos a ter vontade de escutá-las de novo, sonhos e objetivos dos quais já havíamos desistido retornam, pensamentos que alimentávamos constantemente se desgastam, tudo muda, e o passado e o presente se misturam em uma mesma consciência.
Nesses momentos em que nos damos conta de como tudo é tão inconstante e incerto, percebemos a importância das atitudes. Boas ou ruins, sempre estarão guardadas em algum lugar de nossas memórias e, por isso, devem ser tomadas com responsabilidade. Uma atitude boa é um motivo de orgulho, mas uma atitude ruim é um erro e, portanto, será um grande peso para aquele que a cometeu. A única maneira de nos sentirmos melhor depois de um erro cometido, é fazendo coisas boas, certas e úteis para os outros e para nós mesmos. Não podemos nos deixar levar por essa "metamorfose ambulante" que são as situações da vida. Façamos aquilo que é digno e bem visto aos olhos de Deus. Com certeza assim seremos mais felizes.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

NÃO aos feriados de fevereiro!


  Na boa, certos feriados, na minha opinião, deveriam ser extintos. É o caso, por exemplo, do carnaval. Pô, as férias acabaram agora há pouco, semana passada, e já tem mais dias de folga. Descanso é bom mas, como tudo na vida, tem que ter moderação. Não sei se digo isso porque não trabalho e só estudo e já fico boa parte do meu tempo sem fazer nada mas, pra mim, todo carnaval é sinônimo de tédio. 

  Aí tem aqueles (sim, é o meu caso) que como não terão absolutamente nada pra fazer, resolvem ir pra algum retiro ou algo do gênero. É uma fuga da falta do que fazer e torna os dias menos chatos, mas não chegam a ser divertidos. 

  Sinceramente, em  fevereiro só tenho vontade de ir pro colégio mesmo. Não sou estudioso e muito menos "nerd". Na verdade odeio estudar a maioria das matérias, mas adoro o colégio, não tem lugar mais divertido. 

  Enfim, é isso aí. Digam suas opiniões, por favor. Aposto que serão contrárias às minhas, mas não se sintam constrangidos de comentar o que pensam.

  Um bom feriado pra todos vocês!

  ;D

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Post de Início do Ano


Mais uma vez cheguei ao fim de um ano e imagens flashbacks passaram pela minha cabeça. Recordações de um ano inteiro percorreram meu cérebro rapidamente em apenas segundos.
Sinto uma certa tristeza ao lembrar do que vivi de ruim e me alegro ao recordar tudo o que vivi de bom. Novamente tenho a esperança de que o próximo ano seja mais próspero, bem sucedido e, conseqüentemente, mais feliz que o anterior.

Fogos de artifício, música alta, família reunida demonstrando felicidade... não sei dizer se são fatores que alteram de algum modo minhas expectativas, mas se eu não tiver nem ao menos a esperança de ter um bom ano, não há nem como começá-lo. Descartar minhas ilusões seria como descartar tudo o que posso esperar de bom no meu futuro próximo. Por isso, gosto da "velha" idéia de considerar o ano que chega como um novo começo e prefiro ignorar o pensamento de que se trata apenas de mais um ano monótono e estressante.