terça-feira, 19 de outubro de 2010

Fuga definitiva


Até que ponto viver pode ser bom? Até que ponto a balança que mede as felicidades e infelicidades de uma vida inteira pode nos ser favorável? Algumas pessoas consideram o suicídio uma covardia. "É muito mais fácil deixar de viver do que encarar e superar seus problemas", é o que dizem. Prefiro não julgar. Algumas pessoas cometem tal ato por extrema necessidade. Acredito que nem aqueles que têm vidas parecidas podem julgar os que tomam o rumo da morte por opção. Mesmo passando por situações semelhantes, não temos todos o mesmo cérebro e, muito menos, a mesma forma de enxergar as coisas. Se é covardia, eu não sei. Só sei que é a rota de fuga mais definitiva possível e, como toda atitude definitiva, deve ser muito bem pensada antes de ser tomada.

3 comentários:

  1. Suicídio não é a solução. O suicida julga escapar dos problemas do presente e mergulha em desgraças maiores. Dar fim à própria vida, abrir mão de todas as possibilidades, por uma “possível” paz, é o caminho que muitas pessoas seguem, por julgar mais fácil, ao invés de encontrar uma solução, essa atitude transforma-se em um longo caminho de dor, sofrimento e libertação. Que opta para essa alternativa é FRACO. Problemas, obstáculos, todos nós passamos, e devemos enfrentar, existe solução para tudo. A vida não é um sonho. Estamos aqui para aprender, nos desenvolver e evoluir para algo melhor, superando todos os obstáculos.

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  2. Gostei muito do blog. Quanto ao texto, tenho a dizer, às vezes até que ponto é bom não viver?
    Se existe vida para alguma coisa é! Eu acho que a vida existe para a morte poder existir!!

    abraço, continua assim;)

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  3. Cada um tem os seus motivos para chegar ao ponto de tirar sua própria vida, mas com certeza não é a melhor e nem a única saída.

    seguindo :)

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